No Brasil e no mundo

A medicina ligada de ponto a ponto

Interação dos recursos convencionais da medicina moderna com as terapias complementares, muitas delas milenares e de diferentes culturas, que tenham evidências científicas de seus benefícios.

Essa nova maneira de Cuidado em Saúde tem conquistado seu lugar em instituições de saúde, ensino e pesquisa no mundo todo como o Hospital Israelita Albert Einstein, Hospital Sírio Libanês, Unicamp, Unifesp, The University of Arizona (EUA) e MD Anderson Câncer Center (EUA),um dos maiores centros de oncologia do planeta.

No Brasil, em 2006, o Ministério da Saúde lançou a Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares (PNPIC), formalizando a oferta de terapias complementares como acupuntura, homeopatia, fitoterapia, plantas medicinais e termalismo no Sistema Único de Saúde dos municípios do país.

Em 2018 o Ministério da Saúde ampliou as práticas que podem ser oferecidas nos municípios brasileiros pelo SUS de acordo com a gestão de cada cidade. São elas: apiterapia, aromaterapia, arteterapia, ayurveda, biodança, bioenergética, constelação familiar, cromoterapia, dança circular, fitoterapia, geoterapia, hipnoterapia, homeopatia, imposição de mãos, medicina antroposófica, medicina tradicional chinesa, meditação, musicoterapia, naturopatia, osteopatia, ozonioterapia, quiropraxia, reiki, reflexologia, shantala, terapia comunitária, terapia floral, termalismo e yoga.

Confira todas as informações no site do Ministério da Saúde clicando aqui (link: http://www.saude.gov.br/saude-de-a-z/praticas-integrativas-e-complementares)

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