No Brasil e no mundo

A medicina ligada de ponto a ponto

Interação dos recursos convencionais da medicina moderna com as terapias complementares, muitas delas milenares e de diferentes culturas, que tenham evidências científicas de seus benefícios.

Essa nova maneira de Cuidado em Saúde tem conquistado seu lugar em instituições de saúde, ensino e pesquisa no mundo todo como o Hospital Israelita Albert Einstein, Hospital Sírio Libanês, Unicamp, Unifesp, The University of Arizona (EUA) e MD Anderson Câncer Center (EUA),um dos maiores centros de oncologia do planeta.

No Brasil, em 2006, o Ministério da Saúde lançou a Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares (PNPIC), formalizando a oferta de terapias complementares como acupuntura, homeopatia, fitoterapia, plantas medicinais e termalismo no Sistema Único de Saúde dos municípios do país.

Em 2017 o Ministério da Saúde ampliou as práticas que podem ser oferecidas no SUS (Portaria nº849/2017) incluindo arteterapia, ayurveda, biodança, dança circular, meditação, musicoterapia, naturopatia, osteopatia, quiropraxia, reflexoterapia, reiki, shantala, terapia comunitária integrativa e yoga.

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