Alimentação na visão da Medicina Chinesa.

Alimentação na visão da Medicina Chinesa.

Alimentar-se ou comer?

Existe diferença?

Alimentar-se dentro da visão do ser como um todo divino é um ato de  amor consigo mesmo.

Recebemos de presente do Criador a capacidade de perceber os sabores dos alimentos: o doce, o salgado, o ácido, o amargo e o azedo.

Nosso estômago, dentro da Medicina chinesa. É uma víscera onde acontece a separação do que é puro do que é impuro. Há uma batalha quando o alimento entra nesse caldeirão para extrair a essência do alimento que irá criar/ alimentar o sangue (Xue) e trazer energia para nosso corpo (Chi).

O sangue (Xue) se forma pelo ar que inspiramos e alimentos que ingerimos.

Em seguida entra o baço distribuidor dos nutrientes para todo o nosso corpo.

Alimentos frios ou gelados adoecem o estômago. Que tem a sua temperatura média de 36°. Portanto ao ingerir alimentos gelados o estômago busca energia para aquecê-los.

Quando tomamos  algo muito gelado a energia Yang do elemento terra (estômago e baço-pâncreas) diminui. Que por sua vez vai roubar energia do do elemento fogo. A digestão fica lenta e pode nessa desarmonia vir a azia, gastrite, refluxo,etc.

Lembre-se, pessoas muito ansiosas e preocupadas têm um estômago que vive pegando  fogo.

A energia dessas pessoas se concentra nos pensamentos. Daí a sensação de um vazio no estômago seguido de um forte desejo por doces, pois esse é o sabor que governa o nosso estômago.

Quando a preocupação e a angústia dominam  nossos pensamentos o organismo pede comida na tentativa de suprir o vazio da alma.

Sentir, pensar, digerir está intimamente ligado ao estômago pois o que não é engolido de forma permitida e saborosa, voltará sem dúvida como vômito dos alimentos não digeridos e emoções não resolvidas.

Engole-se sapos mas sapos querem saltar para fora…

Veni

Texto escrito pela terapeuta Veni Domingues

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